Celso Borges lança 2ª edição de O Futuro Tem o Coração Antigo

O livro O Futuro Tem o Coração Antigo, reeditado pela Pitomba! Livros e Discos, terá noite de autógrafos e leitura de poesia na abertura do sebo do Chico Discos, nova espaço para literatura no centro da cidade. No local, além da comercialização de livros e discos, funcionará o Café Livre.

Sobre a imagem de uma cidade em que se misturam passado, presente e futuro, Celso Borges escreveu, entre 2011 e 2012, cerca de 70 poemas curtos em que desnuda o impacto que a cidade teve em sua alma depois que voltou a morar em São Luís. Borges viveu entre 1989 e 2009 em São Paulo, onde lançou quatro livros de poemas.

A primeira edição de O futuro tem o coração antigo é de 2013. As fotografias do livro foram todas realizadas por alunos do Instituto Federal do Maranhão (IFMA) utilizando a técnica pin hole (em que a imagem é captada por meio de um furo numa lata), sob a coordenação do professor Eduardo Cordeiro.

Numa resposta ao tempo nervoso das câmeras digitais, o poeta apresenta uma cidade em preto e branco, inventada, coberta de cinzas e pó, que caminha em direção à luz. O projeto gráfico é da paulistana Luiza de Carli. Mais informações sobre o projeto no site www.ofuturotemocoracaoantigo.com.br .

“Estou muito feliz em poder relançar este trabalho que fala sobre a cidade num espaço novo e de alma livre, que fica no centro de São Luís. O Chico Discos tem um valor de afeto e de encontro, que fala diretamente com aquilo que sinto e acredito”, afirma o poeta. O evento terá ainda uma leitura com poemas de Borges e outros poetas maranhenses.

O futuro tem o coração antigo
Livro de poemas de Celso Borges

Lançamento dia 14 de março

Inauguração do Sebo do Chico Discos – esquina da Afogados com a São João, o Centro Histórico de São Luís

Com leitura de poesia

A impossibilidade (para Baudelaire, ou mesmo para Delacroix) de considerar que uma fotografia possa pertencer ao âmbito da Arte é resultado da maneira como eles consideram as relações entre a pintura e a fotografia: uma dialética em que, como a mão e a máquina, o legítimo e o ilegítimo são separados por uma heterogeneidade intransponível. O tempo passa e esta simbiose é manifesta na Obra de Celso Borges. (Eduardo Cordeiro, fotógrafo e professor do Ifma)

Fotos pin hole

 

 

Deixe uma resposta

+ 79 = 84